
Sinopse: Isabela Swan vai morar com seu pai em uma nova cidade, depois que sua mãe decide casar-se novamente. No colégio, ela fica fascinada por Edward Cullen, um garoto que esconde um segredo obscuro, conhecido apenas por sua família. Eles se apaixonam, mas Edward sabe que quanto mais avançam no relacionamento, mas ele está colocando Bella e aqueles à sua volta em perigo. Quando ela descobre que Edward é, na verdade, um vampiro, ela age contra todas as expectativas e não tem medo da sede de sangue de seu grande amor, mesmo sabendo que ele pode matá-la a qualquer momento.
Crítica: Sabe aquele filmes que são tão melosos, mas tão melosos que você não consegue de deixar de prestar atenção? Pois esse filme não é um deles. Cara o filminho água com açucar. Um vampiro se apaixona por uma humana. Alguém disse Drácula? E ele luta contra seus instintos para não chupar o sangue dela. Vampiros que andam a luz do dia (a pele deles brilham igual diamante quando os raios solares tocam diretamente seus corpos) coisa gay por sinal.
A mocinha do filme quer porque quer virar vampira também. Tem uns índios que são lobisomens. Por que sempre tem que ter índio virando lobisomen nessas porra? Coisa escrota, todo mundo fala que esse filme é o melhor sobre vampiros. Porra, ninguém mais se lembra de Entrevista com o Vampiro? Drácula de Bran Stocker? Tudo porque tem vampiros e lobisomens bonitinhos e teens. Povo escroto e consumidor. Esse filme tem qualidade em produção mas a história é podre, cheia de clichê e atores medianos.
Stephenie Meyer fede, Anne Rice ainda comanda.
Ps: Depois de assistir esse filme, Rainha do Condenados já não me parece tão ruim...
Nota: 5
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